As tuas obras são admiráveis, e a minha
alma o sabe muito bem.
Todas as tuas obras te renderão graças,
Senhor; e os teus santos te bendirão. Sl. 139:14. & 145:10.No fim de sua vida, o conhecido astrônomo Johanns Kepler deu um poderoso testemunho de sua fé. Este cientista, que tinha lançado as bases da astronomia moderna no inicio do século XVII, dirigiu sua gratidão à Deus nestes termos: “Oh Tu, que, pelas luzes que derrama sobre toda natureza, elevas nossos desejos até a divina luz de tua graça, para que um dia sejamos transportados até à eterna luz da tua glória; dou-te graças, Senhor e Criador, por todas as alegrias que experimentei ao contemplar a obra de tuas mãos.”
Há vários milênios, o patriarca Jó já tinha dito: “Quem sozinho estende os céus... quem fez a Ursa, o Órion... maravilhas tais que se não podem contar.” (Jó 9:8-10.)
Muito antes ainda, quando Deus fundava a terra, o coro do exército celestial celebrava ao Criador: “Quando... rejubilavam todos os filhos (anjos) de Deus.”(Jó 38:7.)
Contudo, que são essas maravilhas da criação que assombram os sábios, quando comparadas a obra da Redenção? Essa obra foi realizada pela morte do Filho de Deus. Por um lado a criação só apela à sabedoria e ao poder de Deus, enquanto a redenção põe em jogo o seu Amor e a sua Santidade.
Deus acha, no perdão que concede a seres desobedientes como nós, ocasião de manifestar a imensidão de sua Graça. Com isso só podemos dizer, glória à Deus!
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