quinta-feira, 27 de novembro de 2014

ÀGUA!

Jesus respondeu: Quem beber desta água voltará a ter sede; mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para vida eterna. (Jo.4:13-14.)
O oeste africano é um dos lugares mais secos da Terra, o qual faz que o nome da cidade “Nairobi” seja um nome importante nesta região, ele vem do dialeto masai e significa “àgua fria” ou “oásis”.
Ao longo da história a presença de água é estratégica para vida humana. Seja para habitantes de climas secos ou tropicais água é uma necessidade inegociável. Em uma região árida saber onde encontrar água pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Nossa vida espiritual também tem elementos inegociáveis. Por isso ao encontrar-se com aquela mulher espiritualmente sedenta junto ao poço, Jesus lhe declarou que Ele era o único que podia prover-lhe ÀGUA VIVA: “mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para vida eterna”.
Igual a corça do Salmo 42:1-2, que anseia pelas águas correntes, nossa alma tem sede de Deus e anela ter comunhão com Ele, o salmista Davi diz: “Ó Deus, tu és o meu Deus; eu te busco ansiosamente. Minha alma tem sede de Ti; meu ser anseia por Ti em uma terra seca e exaurida, onde não há água. (Sl.63:1.)
Necessitamos desesperadamente da provisão que vem unicamente de Jesus Cristo. Ele é a fonte da Àgua Viva que renova nosso coração.




INVENTE SEU DEUS ?

“A questão não é a fé que tenho ou a qual religião pertenço. O principal é que tenho uma religião e que sou sincero na minha crença.”
Estes são pensamentos bastantes comuns hoje em dia.Eles são semelhantes ao de Frederico, o Grande, rei da Prússia, que certa vez falou o seguinte sobre as diferentes religiões: “As pessoas é devem se decidir”. Muitas pessoas acreditam que todas as religiões contém uma parte da verdade e que todas elas levam ao mesmo destino, só que por caminhos diferentes.
Isso é verdade? Será que Deus realmente permite que as pessoas decidam por si mesmas como devem se aproximar DELE? Será mesmo que o Único e Verdadeiro Deus pode ser encontrado sob os mais diversos nomes e sob vários princípios de fé, alguns opostos aos outros?É presunção para um mortal considerar tais pensamentos como verdadeiros. É por essa razão que precisamos de afirmações e mensagens que não de origem humana. Se o próprio Deus não Se revelar, não poderemos encontrá-LO. Mas ELE se revela na Bíblia, a Palavra que ELE nos deixou. A Bíblia é bem explícita quando diz que há somente um único Caminho para Deus, que é Jesus Cristo, o “Mediador entre Deus e os homens”. (1ªTim.2:5.)

Uma infinidade de pessoas que se auto-intitulam profetas e mestres, se esforçam para mostrar a outras pessoas caminhos que levam a Deus procedentes de seus próprios conceitos. Mesmo hoje em questões de fé, à moda é “trilhar novos caminhos” que dão às pessoas liberdade de manter suas próprias opiniões. O Único e verdadeiro Caminho para Deus é Jesus Cristo e a cruz do Calvário. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”(Jô.14:6.) E não há salvação em nenhum outro; porque debaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos (At.4:12.). Que o Deus Único ta abençoe!

A ETERNIDADE DE DEUS E SUA PALAVRA

O ser humano que não sabe o significado da sua vida, vaga a esmo pelo mundo. Aliás, a doença mais auto-destrutiva do século 21 não é a neurose ou a psicose, mas sim, a ausência de significado. E Jesus Cristo é a resposta para essa total ausência de sentido! Platão, o filósofo grego, disse certa vez que há três fontes válidas de conhecimento: os cinco sentidos do corpo (tato, paladar, olfato, audição, e visão), que o homem compartilhar com o mundo animal; a razão, que distingue o homem dos animais inferiores; e a Divina Loucura, referindo-se assim ao mundo espiritual da comunicação sobrenatural.
Aristóteles, discípulo de Platão, posteriormente eliminou a terceira fonte e desde então o mundo ocidental foi profundamente afetado por seus ensinos. Todavia, em culturas orientais e culturas primitivas, a referência ao mundo espiritual é comum em todos os níveis sociais.
Embora Aristóteles tenha rejeitado a dimensão espiritual do homem e os escritos bíblicos como fonte de conhecimento, Jesus Cristo jamais hesitou em aceitá-los como a maneira principal pela qual Deus se revela à humanidade.
Voltaire, célebre pensador francês, ateu declarado e seguidor de Aristóteles, morreu no ano de 1778 e pouco antes afirmou que a Bíblia e a fé cristã não mais seriam aceitas daí a cem anos. Decorrido esse tempo, a sociedade Bíblica de Genebra comprou a editora e a casa que haviam pertencido a Voltaire e ali mesmo começou a imprimir Bíblias.
Houve dias que Voltaire se encheu de ódio contra os cristãos. Sua revolta contra o Evangelho intensificou-se de tal maneira que o levou a escrever um livro atacando os seguidores de Cristo e comparando a Igreja a um navio naufragando sem nenhuma possibilidade de sobrevivência. Hoje esse filósofo francês está morto, mas Deus continua no seu trono: “O teu trono, ó Deus, é para sempre”(Hb1:8.). O livro publicado por Voltaire não é mais lido, mas a Bíblia, Palavra de Deus continua sendo o livro mais lido e vendido no mundo. John Flavel, pastor luterano que viveu no século XVII, disse: “As Escrituras nos ensinam a melhor forma de viver, a forma mais nobre de sofrer, e a forma mais confortável de morrer.”

A vida de Voltaire, infelizmente, terminou sem sentido e completamente vazia. Mas para quem elege a Cristo como Senhor e Salvador, a morte nada mais é do que o acesso à verdadeira Vida.

A PRESSÃO DA RELIGIÃO

Para liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais de novo a jugo de escravidão. Gl.5:1.
A religião é uma das fontes mais problemáticas de pressão destrutiva em nossa vida. Religião é o esforço que o homem faz para atingir, agradar, ganhar e merecer a Deus. Através de rituais, cerimônias, regras e regulamentos, procuramos ser bons o suficiente para Deus. A pressão da religião vem do nosso treinamento e formação.
Eis com funciona. Os recursos espirituais da oração, da adoração e do estudo, da atividade da igreja e dos costumes transformam-se em alvos, e sentimos que devemos realizá-los a fim de agradar a Deus. Essas coisas transformam-se em um fim em si mesmas em vez de ajudas para realização de nosso verdadeiro alvo, que é glorificar a Deus e ter prazer nele. Jesus veio para que tenhamos vida, vida abundante e sem reservas. Ele não veio para subjugar-nos com mais religião. Foram os homens e as instituições religiosas que o pregaram na cruz. Os romanos eram tão religiosos com referencias a seus deuses e governo quanto os judeus, no que concernia a herança que tão tenazmente haviam tentado conservar.
Podemos ser tão religiosos no que diz respeito aos nossos hábitos, praticas, procedimentos e preconceitos prediletos quanto somos no nosso acondicionamento de Deus. Resultados da compulsão: fazemos o certo pelo motivos errado. Devemos satisfazer o nosso mecanismo de reação programada.

Jesus nos liberta de tudo isso. Quando nosso propósito é conhece-lo, então já não temos de realizar o que se requer de nós, pois, em vez disso, desejamos as coisas motivados pela retidão. Agora, as disciplinas do discipulado transformam-se em deleite em vez de dever.Desejamos, fazer o que, para maioria, é dever. A pressão se vai, e a motivação do amor chega.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

“ORAÇÃO SEM NOME”



Num campo de batalha, foi achado este poema no bolso de um soldado, não identificado. O rapaz fora estraçalhado por uma granada. Em sua roupa restava apenas, a folha de versos intacta.
“ Escuta Deus, jamais falei contigo. Hoje quero saudar-te, bom dia!
Sabe?Disseram que Tu não existes e eu tolo acreditei que era verdade. Nunca havia reparado nas tuas obras, ontem à noite na trincheira rasgada por granadas, vi teu céu estrelado e compreendi então que me enganaram.
Não sei se apertarás a minha mão. Vou te explicar e vais compreender: É engraçado neste inferno hediondo achei a luz para enxergar Teu Rosto.
Dito isso, já não tenho muita coisa a te contar, só que... que... tenho muito prazer em te conhecer.
Faremos um ataque à meia-noite, não sinto medo. Deus sei que Tu velas...
Ah! É o clarim! Bom Deus, devo ir, gostei de Ti, vou ter saudades, quer dizer será uma luta cruenta e pode ser que eu vá bater à tua porta esta noite. Muito amigos não fomos, é verdade...
Sim, estou chorando! Vês, Deus, penso que já não sou tão mau.
Bem, Deus tenho que ir agora. Sorte é coisa rara, juro porém, já não receio a morte...”
Defrontando a morte no campo de batalha, o soldado voltou seu pensamento para Deus, eliminou o temor da morte, e encontrou a paz. A vida pode encerrar-se de uma maneira inesperada, é bom ter paz desde agora. Disse Jesus: Dou-vos a paz, a minha paz vos dou. Você é amigo de Deus?

NATUREZAS OPOSTAS



O apostolo Paulo em sua carta aos Romanos 7:24., diz:
Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
Os psicólogos dizem que todo comportamento humano está sujeito à lei do desejo ou da aversão. Tal lei reduz as atitudes das pessoas a um denominador comum. Todas as ações que fazemos, segundo os psicólogos, têm uma razão, a qual por vezes está escondida, seja para nos proporcionar satisfação, seja para evitar coisas desagradáveis. Esta teoria é confirmada pela Bíblia quando se trata de uma pessoa não-convertida. Efésios 2:3 relata como éramos antes da conversão: “entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos”.
No momento que alguém se converte este estado de coisas muda, Por meio do novo nascimento recebe-se vida nova e eterna da parte de Deus, uma vida que deseja agradá-Lo e repudia a obstinação.
Mas a Palavra de Deus nos ensina algo que nossa experiência prontamente nos confirma: o cristão ainda tem a carne como todo seu poder dentro de si. É como uma hipoteca feita antes de sua conversão. Esta carne continuamente o estimula a desobedecer os mandamentos de Deus. O pecado que habita em nós (Rm.7:17.) causa tantos problemas ao crente que pode chegar ao ponto de escraviza-lo. É bem verdade que o cristão possui uma nova natureza ou jamais seria capaz de afirmar: “Porque, no tocante ao homem interior tenho prazer na lei de Deus” (Rm7:22). É precisamente isso que o faz suspirar: “Desventurado homem que sou! Que me livrará do corpo desta morte?”Precisamos ser libertos e esta libertação somente vem pelo Espírito de Deus.


domingo, 16 de novembro de 2014

Trombeta Desafinada

Quando, pois, deres esmolas, não toques trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Mt.6:2.
“Não toque a sua própria trombeta” é um dito muito familiar. Significa: não chame a atenção para si mesmo, para suas ações, suas realizações. Todos nós temos inventado meios sutis de informar aos outros sobre quem conhecemos, o que temos feito e onde estivemos. Durante as conversas, apresentamos nomes, mencionamos lugares e posses.
Jesus usa uma imagem metafórica: “Quando deres esmolas, não toques trombeta diante de ti”. Era costume usar uma trombeta para convocar as pessoas para o culto e anunciar as horas da oração. Jesus possuía senso de humor. Seus ouvintes podiam fazer um quadro metal do indivíduo a caminho do templo para dar esmolas e à sua frente um tocador de trombeta anunciando a todos que ele ia ser piedosamente generoso. Jesus se preocupava com a ostensiva doação de esmolas. A figura atinge o âmago da questão.
Dar esmolas era uma das tarefas mais sagradas do judeu piedoso, tanto assim que a mesma palavra significa justiça. “Esmolas” quer dizer boas obras ou atos de caridade. Está intimamente relacionado com a justiça e misericórdia de Deus.

A ostentação, porém, provê o nascimento ilegítimo da coisa certa pelo motivo errado. Jesus se preocupava com o motivo. Ele sabia que nosso verdadeiro motivo para a beneficência podia ser exposto, purificado e curado somente se déssemos sem procurar recompensa. Quando nosso único motivo para dar é o amor de Cristo, então o próprio dar já é recompensa. Quem é que precisa mais que isso? Em resumo toda nota tocada por nossa própria trombeta sai desafinada.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O CAMINHO DE CAIM



Caim e Abel filhos do primeiro casal ofereceram sacrifícios à Deus. Caim ofereceu alguns frutos do campo, enquanto Abel deu um animal das primícias de seu rebanho. Muitos de nós já conhecem a historia relatada em Gn.4:1-16. Suas ofertas foram muito diferentes não apenas porque Caim era um agricultor e Abel pastor de ovelhas. A maior diferença estava no entendimento que ambos tinham do significado do sacrifício. Isso é explicado em Hb.11:4. Abel fez seu sacrifício“ pela fé”.Ele sabia que tipo de sacrifício agradava à Deus.
Por outro lado Caim agiu conforme seu próprio julgamento. Ele esperava que Deus aceitasse seu sacrifício, pois era o resultado de esforços sinceros. Porém ele estava enganado: Deus não aceitou sua oferta. A religião de Caim baseava-se nas suas próprias idéias e concepções. S.Judas chama isso de “caminho de Caim”(Jd11). O contexto mostra que essa epístola fala de pessoas que, já próximas do fim do Novo Testamento tinham“ se introduzido com dissimulação”entre os verdadeiros cristãos.
O “caminho de Caim” existe desde então: ele significa os esforços que as pessoas fazem para agradar a Deus, não de acordo com os preceitos divinos, mas sim conforme as suas próprias opiniões a respeito das ordenanças de Deus. O Senhor se agrada de boas obras, mas desde que sejam fruto de uma fé genuína no Salvador, Jesus Cristo. A verdadeira adoração nunca pode consistir de formas mundanas que o homem tenha inventado para si mesmo, algumas das quais são de origem muito duvidosa hoje em dia. Deus satisfaz-se apenas com a adoração baseada no sacrifício de Jesus Cristo, o qual derramou o seu sangue para que o pecador possa ser reconciliado com Deus.
O“caminho de Caim”, ao final conduzirá as pessoas para longe de Deus. Por essa razão a expressão “ai deles!”, referindo-se aqueles que trilham esse caminho.