quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A PRESSÃO DA RELIGIÃO

Para liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais de novo a jugo de escravidão. Gl.5:1.
A religião é uma das fontes mais problemáticas de pressão destrutiva em nossa vida. Religião é o esforço que o homem faz para atingir, agradar, ganhar e merecer a Deus. Através de rituais, cerimônias, regras e regulamentos, procuramos ser bons o suficiente para Deus. A pressão da religião vem do nosso treinamento e formação.
Eis com funciona. Os recursos espirituais da oração, da adoração e do estudo, da atividade da igreja e dos costumes transformam-se em alvos, e sentimos que devemos realizá-los a fim de agradar a Deus. Essas coisas transformam-se em um fim em si mesmas em vez de ajudas para realização de nosso verdadeiro alvo, que é glorificar a Deus e ter prazer nele. Jesus veio para que tenhamos vida, vida abundante e sem reservas. Ele não veio para subjugar-nos com mais religião. Foram os homens e as instituições religiosas que o pregaram na cruz. Os romanos eram tão religiosos com referencias a seus deuses e governo quanto os judeus, no que concernia a herança que tão tenazmente haviam tentado conservar.
Podemos ser tão religiosos no que diz respeito aos nossos hábitos, praticas, procedimentos e preconceitos prediletos quanto somos no nosso acondicionamento de Deus. Resultados da compulsão: fazemos o certo pelo motivos errado. Devemos satisfazer o nosso mecanismo de reação programada.

Jesus nos liberta de tudo isso. Quando nosso propósito é conhece-lo, então já não temos de realizar o que se requer de nós, pois, em vez disso, desejamos as coisas motivados pela retidão. Agora, as disciplinas do discipulado transformam-se em deleite em vez de dever.Desejamos, fazer o que, para maioria, é dever. A pressão se vai, e a motivação do amor chega.

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