Para liberdade foi que Cristo nos
libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais de novo a jugo de
escravidão. Gl.5:1.
A religião é uma das fontes mais
problemáticas de pressão destrutiva em nossa vida. Religião é o esforço que o
homem faz para atingir, agradar, ganhar e merecer a Deus. Através de rituais,
cerimônias, regras e regulamentos, procuramos ser bons o suficiente para Deus.
A pressão da religião vem do nosso treinamento e formação.
Eis com funciona. Os recursos espirituais
da oração, da adoração e do estudo, da atividade da igreja e dos costumes
transformam-se em alvos, e sentimos que devemos realizá-los a fim de agradar a
Deus. Essas coisas transformam-se em um fim em si mesmas em vez de ajudas para
realização de nosso verdadeiro alvo, que é glorificar a Deus e ter prazer nele.
Jesus veio para que tenhamos vida, vida abundante e sem reservas. Ele não veio
para subjugar-nos com mais religião. Foram os homens e as instituições
religiosas que o pregaram na cruz. Os romanos eram tão religiosos com
referencias a seus deuses e governo quanto os judeus, no que concernia a
herança que tão tenazmente haviam tentado conservar.
Podemos ser tão religiosos no que diz
respeito aos nossos hábitos, praticas, procedimentos e preconceitos prediletos
quanto somos no nosso acondicionamento de Deus. Resultados da compulsão:
fazemos o certo pelo motivos errado. Devemos satisfazer o nosso mecanismo de
reação programada.
Jesus nos liberta de tudo isso. Quando
nosso propósito é conhece-lo, então já não temos de realizar o que se requer de
nós, pois, em vez disso, desejamos as coisas motivados pela retidão. Agora, as
disciplinas do discipulado transformam-se em deleite em vez de dever.Desejamos,
fazer o que, para maioria, é dever. A pressão se vai, e a motivação do amor
chega.
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