E seu nome será... Príncipe da Paz. Is
.9:6.
Ouvimos muito acerca da paz durante a
preparação para o natal. Essa palavra está gravada em alto relevo nos cartões
que enviamos e recebemos. Enfeites nas ruas, cartazes nas vitrines, e anúncios
nos jornais expõem nosso anseio de paz. Desejamos ardentemente a paz na Terra,
em nossos relacionamentos e no nosso coração. As crises internacionais nos
forçam a sentir o pulsar do coração de Deus quando Ele se entristecia por
Israel muito antes de vir ao mundo no Emanuel.
“Curam superficialmente a ferida da
filha do meu povo, dizendo: Paz, paz, quando não há paz” Jr.8:11. Ao entrarmos
em contato com a turbulência do nosso mundo e a angustia do povo, identificamos
nossos próprios conflitos e percebemos o quanto necessitamos da paz que Cristo
dá.
As próprias condições do mundo atual
aumentam nosso desejo de paz. O que os homens não podem produzir, somente
Cristo pode conceder. Ser uma pessoa responsável numa época como esta é
descobrir paz duradoura para nós mesmos, entre nós e os outros, e então
procurar levar as pessoas ao Príncipe da Paz. Ele veio a fim de restabelecer a
paz do perdão e da reconciliação. A paz da alma só é possível através da
aceitação do seu amor e perdão mediante o Calvário. Então podemos conhecer a
paz de confiar a Ele nossas necessidades diárias.
Paz é retidão, relacionamento correto
com Ele, com nós mesmos e com os outros. É a consciência limpa e o futuro
entregue a Ele. Por que existe tão pouca paz? Parafraseando uma expressão
célebre, diríamos: “Não é que o mundo tenha tentado a paz de Cristo e
descoberto que ela não funciona; o mundo jamais tentou a paz de Cristo!” Que
acharia você de desistir dos pedaços de sua vida e permitir que o Cristo do
Natal lhe dê uma paz inquebrantável? Cristo não só dá paz; Ele é a nossa paz.
Quando Ele vive em nosso interior como Senhor de tudo, temos paz.
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