Amados, não estranheis o fogo ardente
que surge no meio de vós, para vos provar, como se alguma coisa extraordinária
estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida que sois
co-participantes do sofrimento de Cristo, para que também na revelação de sua
glória vos alegreis exultando. 1Pe.4:12-13.
No começo de nossa era, um imperador
romano contratou um arquiteto grego para que fosse construído um anfiteatro à
semelhança dos haviam naquela época. Esse genial arquiteto concebeu o Coliseu
de Roma, cujas as gigantescas proporções ainda hoje podem ser admiradas.Conta-se que no dia da inauguração, 50.000 expectadores se apertavam nas arquibancadas. O imperador presidia a cerimônia com o arquiteto sentado ao seu lado. O soberano se levantou e declarou: “Amigos meus, o Coliseu foi terminado. Estamos aqui para festejar esse acontecimento e render homenagem ao arquiteto que construiu esse esplêndido edifício. Em sua honra, vamos começar a lançar alguns cristãos aos leões.”
A porta da arena foi aberta para dar passagem a um grupo de cristãos que preferiu morrer a negar seu Salvador. As palavras do imperador foram aplaudidas freneticamente. Quando cessaram, o arquiteto se levantou, e enfrentando o tirano disse: “Eu também sou cristão.”
Mudos de surpresa, os espectadores olharam uns para os outros. E logo um ódio irreprimível tomou conta da platéia. O povo pediu a morte daquele que acabara de aclamar. O arquiteto foi agarrado e jogado na arena. Fiel até à morte, no dia das retribuições, ele receberá do Senhor a coroa da vida. (Ap.2:10.)
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