Não farei cair a minha ira sobre ti,
porque eu sou compassivo, diz o Senhor, e não manterei para sempre a minha ira.
Tão-somente reconhece a tua iniqüidade, reconhece que transgrediste contra o
Senhor, o teu Deus. Jr.3:12-13.
Dois homens tinham sido bons
companheiros na juventude. Mas a vida os havia separado e eles se perderam de
vista por completo. Um dia, porém, surpreendentemente voltaram a encontrar-se –
na sala de um tribunal! Um estava ali como juiz o outro na qualidade de acusado.
O juiz reconheceu o antigo companheiro, mas deixou que o processo continuasse. A condenação correspondeu à gravidade do delito: uma grande multa ou prisão caso a multa não fosse paga.
Após pronunciar a sentença, o juiz saiu da sala apressadamente e tirou a toga. Aproximou-se daquele que acabara de condenar e disse: Não se preocupe; vou pagar sua dívida. Agora jante comigo, por favor.
Esse homem, depois de cumprir seu dever de juiz, aplicando a lei estritamente, sentia-se livre para deixar seu coração falar e ajudar seu antigo amigo.
Esta é uma história que também pode ser aplicada a nós. Todos merecíamos a condenação divina por causa de nossos pecados. Deus é Santo e Justo. Devido à sua santidade, Ele não pode tolerar o mal: deve castigar-nos, por causa de sua Justiça. Mas Deus pode perdoar-nos graças à obra do Senhor Jesus na cruz. Ele pagou nossa dívida!
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