quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O JUIZ ERA SEU AMIGO


Não farei cair a minha ira sobre ti, porque eu sou compassivo, diz o Senhor, e não manterei para sempre a minha ira. Tão-somente reconhece a tua iniqüidade, reconhece que transgrediste contra o Senhor, o teu Deus. Jr.3:12-13.
Dois homens tinham sido bons companheiros na juventude. Mas a vida os havia separado e eles se perderam de vista por completo. Um dia, porém, surpreendentemente voltaram a encontrar-se – na sala de um tribunal! Um estava ali como juiz o outro na qualidade de acusado. O juiz reconheceu o antigo companheiro, mas deixou que o processo continuasse.
A condenação correspondeu à gravidade do delito: uma grande multa ou prisão caso a multa não fosse paga.
Após pronunciar a sentença, o juiz saiu da sala apressadamente e tirou a toga. Aproximou-se daquele que acabara de condenar e disse: Não se preocupe; vou pagar sua dívida. Agora jante comigo, por favor.
Esse homem, depois de cumprir seu dever de juiz, aplicando a lei estritamente, sentia-se livre para deixar seu coração falar e ajudar seu antigo amigo.
Esta é uma história que também pode ser aplicada a nós. Todos merecíamos a condenação divina por causa de nossos pecados. Deus é Santo e Justo. Devido à sua santidade, Ele não pode tolerar o mal: deve castigar-nos, por causa de sua Justiça. Mas Deus pode perdoar-nos graças à obra do Senhor Jesus na cruz. Ele pagou nossa dívida!

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